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Leda Saraiva Soares
Natural de Osório. Residiu em Tramandaí desde a mais tenra idade. Professora, escritora, pesquisadora, historiadora da região Litoral Norte. Licenciada em Língua Portuguesa e Literaturas pela PUCRS. Membro da Academia de Escritores do Litoral Norte/RS. Membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Santo Antônio da Patrulha; Patrona da Biblioteca da Escola Estadual de Ensino Médio 9 de Maio - de Imbé.

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17/05/2011
Delalves Costa

Entrevista AELN
Postado por Leda Saraiva Soares on quinta-feira, 21 de abril de 2011 Comments: (1)

SÉRIE ENTREVISTAS AELN/RS - ANO 2011

Mais uma entrevista de um dos membros da Academia de Escritores do Litoral Norte: Jovem poeta de grande expressão na Região Litoral Norte.



01. Nome do entrevistado: Delalves Costa (Anderson Alves Costa)

02. Data da entrevista: Na madrugada de 13 de dezembro de 1981.

03. Há quanto tempo está na AELN? Desde a segunda (ou terceira) reunião, não lembro exatamente.

04. Cidade de origem: Osório/RS, mas também me considero natural de Maquine/RS. Isso porque nasci e morei com meus avós maternos, na localidade Costa do Céu, estrada de acesso ao distrito Maquiné, na época pertencente a Osório. Passei toda a minha infância e parte da adolescência no lugar onde construí o meu “universo literário”. Ao final dos meus 13 anos, por volta de 1994, portanto dois anos após a emancipação de Maquine, mudei-me para Osório, onde fixei residência Rua Voluntários da Pátria – na casa dos pais.

05. Por que se tornou membro da AELN? Foi por acaso. Não me recordo como o convite chegou até mim, mas com certeza partiu de um escritor da cidade. Este me informou sobre um “grupo de escritores” que estava se organizando em torno de uma proposta: valorizar e promover a literatura produzida por escritores vinculados ao Litoral Norte do estado do Rio Grande do Sul. Ao participar da primeira reunião, fiquei mais interado sobre o motivo e dos objetivos que levaram os escritores – ali representando diversos municípios – a se organizarem, sendo a 1ª Feira do Livro de Capão da Canoa (2006) o palco deste levante cultural. A pauta da primeira reunião veio ao encontro de minhas convicções, por isso me engajei na luta e me associei ao então Departamento dos Escritores.

06. Faz da escrita uma profissão? Por quê? Não; e sim. Ainda que a desejasse muito inicialmente, sabia que seguir a carreira de escritor não seria nada fácil. A dificuldade em ser reconhecido é gigantesca, muitos exemplos estão aí para que todos possam vê-los. Por isso, antes de aventura-me literatura, busquei formação acadêmica, uma profissão, cursando Letras-Licenciatura Plena na Faculdade Cenecista de Osório/FACOS. O contato com professores-escritores no espaço acadêmico me proporcionou pensar literatura a partir dos estudos teóricos, sendo a leitura de artigos, ensaios e resenhas críticas o fio condutor desta nova fase, o que me levou a adquirir conhecimentos literários que hoje os considero indispensáveis em todos os segmentos da minha vida. Durante o período em que estive na faculdade, o crítico e o escritor transitaram lado a lado, construindo uma relação de muito crescimento intelectual. Acredito estar hoje mais bem preparado para enfrentar esse mercado consumidor de livros; isso porque escrevi exaustivamente na última década, e o exercício da escrita tem me deixado mais próximo do tão almejado amadurecimento intelectual, aspecto primordial para que um aspirante a escritor possa se lançar por intermédio das obras e permanecer no imaginário dos leitores.

07. Como descobriu o caminho das letras? Como brotou o desejo de escrever? Como havia já mencionado, devo a meus avós maternos toda a infância e uma fase da adolescência – até os 13 anos, mais ou menos. A casa onde despertei para o “universo literário” era simples: meia-água, de madeira, duas janelas e uma porta, sem forro, assoalho em madeira com largas frestas e um banco em frente ao fogão lenha, lugar onde meu avô (Fermínio José Alves, in memoriam) tecia as mais belas histórias que uma noite fria de inverno pode oferecer a uma criança apaixonada por histórias de assombrações, personagens folclóricos e mitológicos. É nesse universo que descobri o caminho das letras. Um avô contador de histórias – analfabeto, cego e negro –, um neto sedento por ouvi-las. Este mundo lá na infância, criado a partir da oralidade (contação de histórias), hoje é uma das características mais presentes em minha obra: a valorização do passado, por meio do deslocamento psicológico do autor infância. Mesmo com toda esta bagagem, a primeiro expressão artística foi o desenho. A escrita surgiu mais tarde, aos 15 anos, quando estudava na Escola General Osório, em Osório. Parodiar o soneto “De repente”, de Vinicius de Morais, atividade proposta na aula de Língua Portuguesa da professora Tâmara Carniel, foi o passo definitivo que faltava para retomar o universo das palavras, iniciado nos primeiros anos de vida. Inicialmente, poucos versos e duas narrativas em prosa, que até hoje estão engavetadas. Após saborear experiências, colher elogios e incentivos, passei de adolescente que curtia escrever para adotar a postura de um estudante que pretendia fazer das palavras uma promissora profissão. Almejava jornalismo, mas, por questões financeiras, “Letras” foi a opção naquele momento. Ser “educador” não estava nos plano; confirmou-se quando descobri que ensinar é uma forma de compartilhar conhecimento, que eu poderia fomentar o desenvolvimento cultural e estimular a criação artística, por intermédio da valorização dos textos em verso e prosa dedicada s causas sócio-culturais. Posso dizer que Literatura começou definitivamente a fazer parte em 1998, quando cursava o Ensino Médio na Escola Rural. Desde então, escrevo todos os dias e publico em livros – coletâneas e livro próprio –, jornais, revistas, folhas literárias, sites e blogs, principalmente poesias. Participar de eventos literários importantes, em Espaços Culturais, Bibliotecas Públicas, Escolas e Feiras de Livros, também contribuem para dar continuidade tão inconstante carreira de escritor. Ao longo da carreira, teve seu trabalho reconhecido por onde se fez presente, seja pessoalmente ou em consequência dos seus textos, através de prêmios em concursos literários no Estado, participação em Coletâneas em verso e prosa a convite de editoras e escritores, frente de eventos na função de membro de Comissões Organizadores de eventos literários e educacionais, entre outros. Mas, com certeza, o diferencial na carreira foi ser patrono da 21ª Feira do Livro de Osório, realizada em 2005. Muita coisa soprou a favor, não tinha como negar a vocação.

08. Sofreu alguma influência? Mário Quintana, Vinicius de Morais, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Carlos Drummond e Fernando Pessoa. Sempre os li e aprendi a apreciá-los, seus textos sempre estiveram muito presentes em minha trajetória de leitor. Embora se busque um estilo próprio, puro, homogêneo, a influência de outros autores em nossa escrita é inevitável quando estamos em início de vida literária. Costumo dizer que antes da escrita, o escritor deve ser um leitor voraz do que de melhor a literatura universal produziu. Após, o escritor precisa ser corajoso pata tornar público seu texto. Ainda que a grande busca seja traduzir o mundo, nossos primeiros escritos surgem de angústias, desafogos, experiências, etc, para somente depois assumir a tão esperada maturidade artística, através do nosso olhar mais pericial, crítico, conciso e desprovido do “eu”. Esta fase de maturação é saudável, pois nos localiza dentro do universo literário, contribuindo, assim, para a nossa identidade enquanto “escritor em formação” e delinear o nosso “estilo”. Precisei de algum tempo para exorcizar meus autores preferidos para buscar meu próprio estilo. Na verdade, ainda busco. Não é fácil desconstruir um formato arquitetado pelas influências de uma hora para outra, e o primeiro passo para que isso venha acontecer o mais rápido possível é o processo de reescrever o que há muito estava em estágio de maturação. Um bom texto não está no olhar do autor, mas no do crítico.

09. Que horário reserva para suas leituras? E para escrever? Não tenho, assim, um horário do dia específico para isso. Mas prefiro noite, em torno de duas horas por dia. Minha leitura é fragmentada, ou seja, leio vários livros ao mesmo tempo: atualmente, leio “Livro dos Sonetos” (antologia da L&PM), “Poesias” (Fernando Pessoa), “Leite derramado” (romance de Chico Buarque), relendo “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (Machado de Assis). Mas também me aprofundo em leituras teóricas sobre literatura, história, filosofia, sem contar minhas leituras diárias, como jornais e revistas.

10. Que obra ou obras publicou? Antes de publicar meu livro solo, em 2005, sempre garimpei por espaços a fim de divulgar os meus escritos. Por não ter suporte financeiro para lançar um livro na época, publicar um ou mais poesias em coletâneas – ora por ser premiado e/ou classificado em concursos literários, ora a convite de amigos escritores e/ou editoras –, jornais, revistas e folhas literárias – em diversas regiões do país – e, mais tarde, também pela internet, foi a maneira de se fazer presente no dia a dia dos leitores. Em 2005, depois de tantas publicações avulsas, o pequeno livro “COISAS que faltam em mim” (20 poesias) é lançado com o selo da editora Ponto, pelo editor e amigo Cloveci Muruci. Em formato envelope – apelidei-o de ‘poestal’ –, o livro tem nos leitores o termômetro e alcança a 2ª edição no ano seguinte. Em 2006, também, lancei “O Menino dos Cataventos na Rua dos Passatempos” (Ponto: poesia infanto-juvenil, ilustrado (esgotado)). Em 2008, ao comemorar dez anos de intensa vida literária e cultural, o meu público foi surpreendido com duas publicações: a coletânea “Considerações Pré-maturas & Outras ausências” (Ponto: Pocket, ilustrado, 84 páginas), reunindo poesias de livros editados e inéditos; e “Josseu Solta-inventos e as Invenções do infantiletrando” (Ponto: poesia infanto-juvenil, ilustrado, 64 páginas).

11. Fale dela ou delas? Coisas que faltam em mim – “Um livro que traz poemas entranhados em sua maior potencialidade de riqueza temática e na árdua construção do verso. Este livro-envelope (ou poestal) tem a marca da impessoalidade e a aridez de quem navega em águas, e nem sempre, límpidas. Vamos encontrar – a gotejar latente – folhas soltas dentro do envelope, mas com versos que vão além da tinta e da argamassa que compõem a inquietude.” (Artista Plástico Cloveci Murici). O Menino dos Cataventos na Rua dos Passatempos – Os poemas de O Menino dos Cataventos inauguram uma nova fase na produção poética do menino-poeta Delalves Costa. Justa homenagem ao poeta Mario Quintana com suas ruas, esquinas e versos saltimbancos. Poesia de lá e de cá. O poeta re-canta as ruas, as esquinas, as calçadas, em versos saltimbancos, bêbados, da cidade adotada. Osório, a cidade dos ventos, e agora, também, dos cataventos. Se o poema vira menino em sua busca incessante pelo desenho do mundo, o menino vira poeta para cantar, colecionar o mundo, ainda menino, fértil em imaginação, em possibilidades, transbordante de cores, formas, cheiros e visões da infância inventada. (Professora Gleidys Maia). Considerações Pré-maturas & Outras ausências – “Inquieta-me o título do mais novo livro de Delalves Costa Considerações Pré-maturas & Outras ausências – aliás, inquietude é mesmo uma das funções da poesia, dentre outras tantas. Contudo, desde as experiências com a linguagem até a impetuosidade na construção de um mundo imagético erigido através do uso de diversificadas figuras de linguagem em sua poesia, está presente em Delalves (e não ausente) uma certa maturidade no fazer poético.” (Professor César Mariné). “É que o poeta não se realiza nunca. Sempre escreverá um novo poema. É a eterna busca que faz o verso acontecer. É assim Delalves Costa. Há uma poética do inacabamento. Incansável procura drumondiana. Escritura. Do intertexto que joga com a delícia de uma realização de uma metáfora a mais.” (Professora Teresinha Marques). Josseu Solta-inventos e as Invenções do infantiletrando – “Em Josseu Solta-inventos e as Invenções do infantiletrando, o autor brinca com as palavras para resgatar tudo que lembra a infância. Infância esta que é alegria, s vezes, com um pouquinho de tristeza, mas passa rápido, porque logo surge a curiosidade, havendo diversão, descobertas como em “O Mundo e as coisas”. Infância que odeia sossego (como no “Sapoeta” e Boaz Marisqueiro”) e a preocupação com o tempo não existe, pois tem que se fazer arte (ser arteiro), entrar para brincar e viver num mundo imaginário. A infância é o momento do sonho, da inocência, da mentira como brincadeira, das rimas dos ‘erres e esses’. E entre estas histórias, temos a visita do nosso amigo Menino dos Cataventos que não nos faz esquecer das “coisas” da região litorânea: o marisqueiro, a praia, a areia, o caranguejo, o marisco e, é claro, os cata-ventos e o vento. Então, vamos “maxixar” com o burrinho encarnado, com os gatos, com os ratos, com os sapos, com os sapatos, com as barbuletas, com o avô (ah! Meu avô…) e com o poeta. (Prefácio da Profª Ms Christiane Jaroski Barbosa).

12. Foi difícil a publicação? Confesso que o processo aconteceu ao natural. Até 2005, ano em que publiquei o meu primeiro livro – o poestal “Coisas que faltam em mim” –, publicar sempre esteve em segundo plano. Já havia escrito muita coisa em prosa e verso e publicado em jornais e folhas culturais em alguns estados. Por conhecer as dificuldades enfrentadas pelo jovem escritor, e isso se multiplica quando esse autor reside fora dos grandes centros, segurei o meu primeiro ímpeto. Desta forma, trabalhei com calma a possibilidade. A oportunidade surgiu quando comprei o livro em formato envelope do escritor e músico Kalunga, que estava palestrando na Facos (na época, cursava Letras). Mostrei o livro do Kalunga ao artista plástico, proprietário do Selo Ponto e editor do Jornal de Artes, João Cloveci Muruci, que influenciado pelo tal livro-envelope esboçou o modelo do meu livro. Se o anterior era preto e branco, o meu ganhou cores e a capa tinha a assinatura de uma obra de arte do próprio Cloveci (mais tarde, ele me presenteou com o quadro que ilustrou meu primeiro livro). Escolhi entrar no cenário literário com “poesia”. Publicar até que não foi muito complicado, o difícil foi divulgar o livro, já que o selo Ponto não tinha grandes recursos para dar o aporte midiático. Consegui alguns patrocínios e um preço mais acessível, já que o formato barateava a edição. Em agosto (2005) fui patrono e o livro teve seu lançamento em dezembro do mesmo ano com coquetel e tudo. Nessa empreitada, a participação do meu editor foi de suma importância, já que era do ramo. O livro ilustrou muitas matérias, ganhou as ruas e fui aos pouco tendo o reconhecimento de todos. Foi gratificando ao me deparar com situações inusitadas, uma vez que muitos não me conheciam pessoalmente, mas já haviam lido o livro. Desde então, com a publicação mais tarde também de livros voltados ao público infanto-juvenil, todos em poesia, o meu público só aumenta na região. A ótima venda de todos e os inúmeros convites para estar em feiras de livros e em bate-papos com alunos são os indicativos de que o meu trabalho tem uma ótima aceitação do público e da crítica.

13. Como vê a cultura no Litoral Norte? Estamos num momento de “excitação”, isso porque há muitos ativistas culturais e nós, os porta-vozes da arte, envolvidos e empolgados em levar para todo o Brasil, o que de melhor produzimos aqui na região. Acredito que músicos e escritores largam em vantagem nesta incansável corrida pelo reconhecimento, sendo a internet – através de sites comerciais e páginas pessoais, como os blogs em todos os segmentos – a grande responsável por divulgar “a música e o texto”. Por outro lado, ainda convivemos com o “amadorismo” muito presente em órgãos públicos e entidades culturais voltadas a fomentar o desenvolvimento cultural e estimular a criação artística. Isso muito me entristece, pois, sem objeção de fazer qualquer tipo de trocadilho, demonstra que os esforços de alguns podem “morrer em nossa própria praia”. O Litoral Norte é uma região muito fértil em manifestações culturais populares, o que precisamos é de espaços onde estas manifestações possam interagir com o público local, seja na arte representada, seja na arte discutida.

14. O que pensa sobre a tecnologia digital em relação ao livro impresso? Para Umberto Eco, “o livro é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído”. O livro eletrônico está em evidência, o jovem o prefere, já que tudo gira em torno do computador. Da mesma forma que a televisão não substituiu o rádio, é previsível que o livro eletrônico não ocupará o lugar do livro impresso.

CITE:
Um livro que tenha gostado e que recomenda: “Leite derramado”, de Chico Buarque; “De pernas pro ar”, de Eduardo Galeno; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis; “Broqueis”, de Cruz e Sousa; “Antologia de Poética”, de Fernando Pessoa; “Estrela da Vida Inteira”, de Manuel Bandeira; “Exército de um Homem só”, de Moacyr Scliar; “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo; “O Pequeno Príncipe”, de Antoine De Saint-exupery; e todos os livros de Mário Quintana.

Um autor de sua preferência: Mário Quintana

Um ídolo: o esportista Airton Senna

Um filme inesquecível: “Antes que termine o dia”, “O Auto da Compadecida”, o documentário “Ilha das Flores”.

Uma música preferida: Todas que não me permitem julgá-la.

Uma personalidade que admira: o filósofo, jornalista, ator e diretor de teatro, Antônio Abujamra

Um recado para ler mais ou começar a gostar de ler: Descobrir-se, não temer o mundo das palavras e não ter preconceito.

Fale sobre o que desejar: Um dia, quando eu voltar a ler esta entrevista ou alguém me reapresentá-la, pensarei: fui totalmente sincero comigo mesmo ao responder todas estas perguntas?”.
       
 
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